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Aparelho digestivo

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Digestivos e Anti-ácidos

O que são

São substâncias que removem ou neutralizam o ácido do conteúdo gástrico e assim aliviam a dor de estômago.

Para que servem

São usados no alívio dos sintomas devido à hiper-acidez gástrica, azia (dispépcia), indigestão, enfartamento, náuseas, vómitos e irritação do estômago provocada pelo excesso de álcool, medicamentos, café ou tabaco.

Composição

A composição varia bastante, havendo alguns casos em que entram vários anti-ácidos  em que uns neutralizam os efeitos secundários de outros.

Bicarbonato de sódio
Carbonato de sódio e cálcio
São os mais eficazes, mas têm muitos efeitos secundários
Óxidos de magnésio
Hidróxidos de magnésio
Actuam rapidamente, mas pode provocar diarreia
Gel de hidróxido de alumínio
É ligeiramente obstipante
Sais de bismuto
São menos eficazes, mas têm menos efeitos secundários

O Dimeticone (antiflatulento) é muitas vezes associado aos anti-ácidos para diminuir a sensação de enfartamento devida à acumulação de gases no tubo digestivo. Este é um agente anti-espumante que absorve os gases formados, que provocam dilatação e compressão gástrica.

Como tomar

Tomar  uma hora depois das refeições e ao deitar ou conforme a necessidade.

Normalmente apresentam-se sobe a forma de geles, pós ou comprimidos mastigáveis, pois, são mais eficazes por se dispersarem mais rapidamente no estômago. 

Contra-indicações

São contra-indicados e doentes com insuficiência renal grave, hipercalcémia e dializados.

Interacções

Reduzem a absorção de tetraciclinas (antibiótico) e fosfatos. A sua toma deverá ser espaçada destes medicamentos.

Sobredosagem

O abuso destes medicamentos poderá levar a hipercalcémia (excesso de cálcio no sangue), hipercalciúria (calcio na urina), alcalose metabólica e insuficiência renal.

 

Digestivos e anti-ácidos

Inibidores da bomba de rotões

Antiflatulentos
Antidiarreicos
Laxantes
Anti-eméticos
Probióticos

 

Inibidores da bomba de protões

O que são

São substâncias que inibem a secreção ácida nas células do estômago. 

Para que servem

São usados no alívio dos sintomas devido à hiper-acidez gástrica, azia (dispépcia), úlcera péptica, esofagite de refluxo e outras patoligias do estômago.

Composição

Existem várias substâncias, mas as que estão disponíveis em medicamentos não sujeitos a receita médica são:

Omeprazol
Pantoprazol

Como tomar

Nas situações que não requerem acompanhamento médico, como hiper-acidez gástrica, azia e regurgitação ácida em episódios esporádicos, a dose é de 20mg 1 vez por dia, normalmente em jejum.

Contra-indicações

São contra-indicados em caso de alergia à substância. Doentes polimedicados sem supervisão médica.

Interacções

Aumenta o efeito de alguns medicamentos: varfarina, fenitoína, diazepam, etc. Aumenta as concentrações no sangue de medicamentos como a ciclosporina (imunossupressor) e digitálicos (antiarrítmico). Reduz a absorção de cetoconazol e itraconazol (anti-fúngicos). Pode acelerar o metabolismo dos contraceptivos orais.

 

Antiflatutentos

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O que são

São substâncias que reduzem os gases acumulados no estômago e intestino aliviando a distenção abdominal e dores associados.

Para que servem

Tratamento da distensão abdominal funcional, flatulência e meteorismo (sintomas relacionados com a acumulação de gases).

Composição

Simeticone, carvão vegetal activado, pancreatina, pepsina e outras associações. 

 

Simeticone 42mg comprimidos mastigáveis
Simeticone 125mg cápsulas
Simeticone 240mg cápsulas

O simeticone modifica a tensão superficial das bolhas gasosas e reduz a flatulência.

Como tomar

Em adultos a dose usual são 2 comprimidos, 4 vezes ao dia. Os comprimidos devem ser mastigados e tomados após as refeições.
Adultos e crianças com idade superior a 15 anos: 1 cápsula mole 4 vezes por dia,
após as refeições.

Não deve tomar

Em caso de alergia (hipersensibilidade) ao simeticone;

Em caso de suspeita de existir obstrução intestinal (Ileus);

Em conjunto com parafina líquida (laxante).

Não existem dados sobre a utilização de simeticone na gravidez ou na amamentação. Contudo como o simeticone não é absorvido no estômago ou nos intestinos o risco potencial é muito baixo. 

Efeitos secundários

São pouco frequentes, mas poderá causar: diarreia e dores abdominais, obstrução dos intestinos (Ileus) náuseas ou vómitos. Muito raros são os casos de reacções de hipersensibilidade, tais como erupção cutânea, comichão (prurido), edema da face e língua e dificuldade respiratória.

Pancreatina 172mg e dimeticone 80mg comprimidos

Usos

Acumulação excessiva de gases abdominais de várias etologias – meteorismo, flatulência, aerofagia, aerocolia como ocorre por ex.: na síndrome do cólon irritável, na síndrome de Römheld; Dor devido a distensão abdominal; Enfartamento;

Como tomar

1 a 2 comprimidos revestidos às 3 refeições.

Não deve tomar

Na pancreatite aguda, nem nas agudizações da pancreatite crónica. Hipersensibilidade às substâncias activas.

Efeitos secundários

Perturbações dos tecidos, subcutâneos e cutâneos: reacções alérgicas de hipersensibilidade. Perturbações gastro-intestinais: dor abdominal, desconforto gástrico, obstipação, fezes anormais, diarreia, náuseas e vómitos.

Precauções

As enzimas activas, em caso de libertação na boca, podem causar ulceração da mucose oral. Deve ter-se cuidado ao engolir os comprimidos intactos, sem os esmagar ou mastigar, e com líquido suficiente.

Carvão vegetal activado 225mg

Tem elevada capacidade de adsorção, ajuda a eliminar gases em excesso no estômago e intestino.

Usos

Barriga inchada, cólicas intestinais, gastroenterites, intoxicações alimentares.

Como tomar

2 cápsulas após o almoço e o jantar.

 

 

 

Podem surgir problemas de indigestão se:

Comer demais;

Comer alimentos muito pesados;

Se comer muito depressa, sem mastigar;

Beber demasiado álcool com a alimentação.

Alguns alimentos têm maior tendência para causar gases, porque:

Contêm ar (por exemplo, bebidas gasosas, pão fresco)

Contêm elevadas quantidades de hidratos de carbono, que não podem ser absorvidas (por exemplo, vegetais secos, couve, vegetais crus, cebolas)

Tente evitar este tipo de alimentos.

Antidiarreicos

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O que são

São medicamentos usados no tratamento dos sintomas das diarreias agudas e crónicas e dos seus efeitos no organismo.

Para que servem

Servem para parar a diarreia, controlar os seus efeitos e corrigir os seus efeitos no organismo.

Composição

1 Antibióticos
2 Modificadores da motilidade intestinal
3 Adsorventes
4 Substitutos da flora intestinal
5 Fluídos re-hidratantes

1. Antibióticos

Cotrimoxazol
Doxiciclina
Bacitracina + Neomicina

São substâncias de receita médica obrigatória, porque se destinam a diarreias específicas, causadas por bactérias, e que deverão ser diagnosticadas pelo médico. O seu uso como preventivo poderá levar a diarreia por desequilíbrio da flora intestinal. São usados em doentes de alto risco e na prevenção e tratamento da diarreia do viajante.

2. Modificadores da motilidade intestinal: Loperamida

É eficaz no alívio das cólicas abdominais e perda de líquidos, mas pode agravar a diarreia se esta se dever a bactérias ou toxinas por atrasar a sua eliminação. É de receita médica obrigatória.

A dose para adultos é de 4mg na 1ª toma seguidos de 2mg depois de cada ida ao W.C. até um máximo de 16mg/dia, até parar a diarreia. Crianças dos 8-12 anos a dose e de 2mg até um máximo de 12mg/dia e dos 5-8 anos 2mg 2xdia.

3. Adsorventes

Pectina;
Carvão activado;
Sais de bismuto;
Caulino
Tanalbina (Tanino + Albumina).

A sua eficácia não está totalmente demonstrada. São usados em diarreias ligeiras. Podem adsorver tanto as toxinas, bactérias e vírus, como outros medicamentos e nutrientes.

Entravam na composição de alguns antidiarreicos em associação com antibióticos. Associação esta agora em desuso.

A Tanalbina existe no mercado em comprimidos de 0,5mg. A posologia habitual é de 1 ou 2 comprimidos de 2/2horas até parar a diarreia.

4. Substitutos da flora intestinal:

Lactobacillus casei e Lactobacillus acidophilus;
Saccharomyces boulardii e Saccharomyces cerevisiae (Leveduras).

Destinam-se a repor os microorganismos saprófitas do organismo que evitam o crescimento dos microorganismos patogénicos. Os Lactobacillus podem ser substituídos por derivados lácteos (iogurte natural). Os mais usados actualmente são as leveduras. São de receita médica obrigatória.

5. Rehidratantes

As soluções de electrólitos destinam-se a repor as perdas de líquidos e electrólitos do organismo, que é particularmente grave nas crianças e idosos.

Composição: Glucose
Cloreto de Sódio
Bicarbonato de Sódio
Citrato de Sódio ou Cloreto de Potássio

Apresenta-se em carteiras de pó que devem ser dissolvidas em 200ml de água e bebidas segundo as seguintes doses:

Bebés 150ml/kg
Crianças e adultos 20-40ml/Kg
200ml depois de cada dejecção
400ml depois de cada dejecção

A alimentação deverá ser suspensa e retomada lentamente, excepto crianças a amamentar.

Laxantes

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O que são

São medicamentos sob a forma de comprimidos, pós, xaropes, chás, supositórios ou enemas (clisteres) que se destinam a aliviar a obstipação aguda ou crónica.

Composição

Laxantes expansores do volume intestinal:

Agar (semente de plântago);

Tegumentos de Ispaghula

Algas (alginatos);

Gomas vegetais (goma caraia);

Farelo de trigo (celulose)

Derivados da celulose (metilcelulose)

Emolientes:

Dictiossulfossuccinato;

Parafina líquida

Hiperosmóticos:

Supositórios de glicerina;

Citrato de sódio;

Lactulose;

Lubrificantes:

Vaselina líquida;

Azeite;

Estimulantes:

Bisacodilo;

Picossulfato de sódio;

Antraquinonas:

Cáscara sagrada;

Sene;

Aloés.

Laxantes expansores do volume

São os laxantes que possuem um mecanismo de acção mais parecido com a acção fisiológica. No intestino expandem-se formando geles que estimulam o peristaltismo (movimentos intestinais). Absorvem a água intestinal evitando a formação de fezes demasiado duras. Apresentam-se sob a forma de granulado que se ingere sem mastigar com bastante água ou de comprimidos.

Estão indicados nas doenças crónicas como: colonostomias, cólon irritável e doença de Crohn; para evitar esforços intestinais em caso de cirurgia, hemorróidas e fissuras anais; na obstipação crónica, no pós-operatório e gravidez.

Como tomar

Podem ser administrados por períodos longos de tempo. A dose de medicamento varia consoante os resultados obtidos e é preferencialmente tomada à noite. Em adultos a dose é de 1 a 2 colheres de chá engolidos com bastante água e sem mastigar. Crianças com 6 a 12 anos tomam 1/2 a 1 colher de chá.

Não deve tomar

Doentes com úlceras intestinais, obstrução intestinal ou quem tenha dificuldade em deglutir.

Efeitos secundários

Flatulência e distensão abdominal que desaparecem com a continuação do tratamento.

Pode atrasar a absorção de alguns medicamentos.

Laxantes emolientes

Estão indicados em terapêutica de curta duração e por prescrição médica quando a massa fecal é muito dura e não de possa fazer esforço, como no caso de hérnia, operação, etc. Entram na composição de enemas.

Laxantes hiperosmóticos

Microclisteres, enemas e supositórios

Os supositórios de glicerina são usados tanto em crianças come em adultos. O mecanismo de acção é muitas vezes reflexo, devido ao efeito irritante da glicerina. É também usada em microclisteres que têm um efeito semelhante.

O citrato de sódio que entra na composição de enemas tem um efeito puramente osmótico, promove o amolecimento das fezes, facilitando a sua eliminação. O seu uso continuado pode provocar irritação na região anal.

Para que servem

São usados para o alívio da prisão de ventre aguda em bebés, crianças e grávidas devido à sua segurança. São, também, usados na preparação de exames ao abdómen.

Como usar

Adultos podem usar 1 ou 2 por dia e as crianças e os bebés 1 cada 2 ou 3 dias.

Lactulose

A lactulose é sobretudo usada em xaropes que podem ser tomados juntamente com outros líquidos. É um dissacárido que não é absorvido no intestino. Este é digerido pelas bactérias intestinais que originam ácidos orgânicos que estimulam o peristaltismo (movimentos intestinais).

Para que servem

A Lactulose é usada na obstipação crónica quando não se obtêm resultados com a administração de fibras.

Como tomar

Adultos devem tomar 1 a 2 colheres de sopa por dia. Em crianças a dose varia desde 1 colher de chá a 1 colher de sopa consoante a idade. Podem ser misturados com outros líquidos e devem ser tomados em jejum, já que depois das refeições o efeito é mais reduzido.

Não deve tomar

Em caso de intolerância à lactose e obstrução intestinal.

Efeitos secundários

Flatulência que desaparece com a continuação do tratamento.

Lubrificantes

Tornam brandas as fezes evitando o esforço de defecação nos casos em que não podem fazer. A sua administração diária e prolongada não é aconselhada.

Estimulantes

Aumentam o peristaltismo intestinal por irritação da mucosa ou por acção directa sobre o músculo liso gastrointestinal. 

Para que servem

Estão indicados na limpeza intestinal antes de intervenção cirúrgica e para uso em prisão de ventre aguda.

Como tomar

 O bisacodil pode ser usados oralmente em comprimidos ou administrados sob a forma de supositórios, para um efeito mais rápido. A dose para crianças é de 5mg e para adultos 10mg ao deitar ou de manhã antes de comer. Não deve tomar com leite ou anti-ácidos.

O picossulfato de sódio apresenta-se sob a forma de gotas que devem ser tomadas à noite. A dose é de 2,5 a 5mg (5 a 10 gotas) em crianças entre os 4 e os 10 anos e de 5 a 10mg (10 a 20 gotas) para adultos.

Não deve tomar

Em caso de dor abdominal, náuseas e vómitos, na oclusão intestinal, cirurgia abdominal, apendicite, doenças intestinais, gravidez e lactação. Não se recomenda a toma diária pois pode causar efeito rebound (se não tomar fica com prisão de ventre).

Efeitos secundários

Podem provocar cólicas, desconforto intestinal e diarreia. Podem interferir com medicamentos diuréticos e levar a desequilíbrio hidroelectrolítico.

Antraquinonas

Desconhece-se o mecanismo que faz aumentar o peristaltismo. O efeito limita-se ao cólon. Os derivados do sene são mais eficazes, mas originam cólicas abdominais.

Não deve tomar

Em caso de obstrução intestinal, doença inflamatória intestinal (apendicite, colite, doença de Crohn, síndroma de cólon irritável e crianças com menos de 12 anos)

Anti-eméticos

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Antes de mais há que distinguir duas principais situações que podem ser tratadas em automedicação:

Vómitos de curta duração devido, por exemplo, a uma indigestão. Neste caso os medicamentos usados destinam-se a restabelecer o equilíbrio hidroelectrolítico.

Rehidratantes

Vómitos e vertigens que se verificam nas viagens de automóvel ou outros meios de transporte. Neste caso os medicamentos usados são os anti-eméticos.

Anti-eméticos são medicamentos que contém anti-histamínicos de 1ª geração e se apresentam sob a forma de comprimidos ou supositórios e que se destinam a tratar os sintomas de vómitos e vertigens causados pelo movimento.

Composição

O medicamento usado em automedicação é o Dimedrinato.

Como tomar

O tratamento deve ser de curta duração pois retardam o mecanismo fisiológico de adaptação e resolução da vertigem.

A dose para adultos é de 50-100mg 30 minutos a 1 hora antes da viagem. Crianças com 6-12 anos devem tomar 25-50mg e com 4-6 anos 25mg antes da viagem. As doses poderão ser repetidas cada 4/6 horas. 

Podem ser administrados tanto em comprimidos como em supositórios.

Efeitos secundários

Sonolência, tonturas, secura de boca, nervosismo, especialmente em crianças. Pode interferir com a capacidade de conduzir.

Interacções

Pode potenciar o efeito do álcool e sedativos.

Não deve tomar

É contra-indicado na gravidez, aleitamento, crianças muito pequenas, doentes com hipertrofia da próstata, glaucoma e epilepsia.

Probióticos

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O que são

São organismos vivos que existem no intestino do ser humano e que, quando administrados em quantidades adequadas, conferem benefício à saúde do hospedeiro.

Para que servem

Têm um papel importante porque:

Melhoram a função intestinal, combatendo a diarreia e a obstipação;
Previnem o aparecimento de cólicas e flatulência;
Favorecem a função imunitária e o aproveitamento das vitaminas;
 Previnem o aparecimento de doenças alérgicas e as diarreias associadas aos antibióticos.
Composição

Entre os Probióticos mais frequentes na flora intestinal destacam-se os Lactobacilus e as Bifidobacterias.

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Página da autoria de Laurentino Moreira (farmacêutico) - Última actualização em 20-Fev-2014